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CNPqFinepMinistério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Pessoas

Quem faz ciência, tecnologia e inovação

Estrutura de indicadores sobre quem produz ciência no Brasil: recortes de gênero, raça e cor, povos indígenas e quilombolas, região e instituição, com fonte prevista e sem números não validados.

Por que este recorte existe

Investimento público em pesquisa também é política de oportunidade. Mostrar quem produz ciência, e quem ainda não consegue produzir, é parte de avaliar o alcance do Fundo.

O que este recorte não faz

Não classifica pessoas por conta própria, não infere raça, gênero ou pertencimento a partir de nome ou foto, e não publica célula pequena o bastante para reidentificar alguém.

Gênero

Participação de mulheres entre pesquisadoras, bolsistas e lideranças de projeto, por grande área do conhecimento e por nível de carreira.

Quantas mulheres atuam na produção de CT&I e em que posições?

Unidade
% de pessoas, sobre o total de vínculos de pesquisa
Período
[CONTEÚDO A VALIDAR]
Território
Brasil, com desagregação por região
Fonte prevista
Base de bolsas e auxílios do CNPq; Plataforma Lattes; Censo da Educação Superior (INEP); Geocapes (CAPES)
Gênero: participação e variação por categoria. Valores pendentes de validação.
CategoriaParticipaçãoVariação no período
Graduação e iniciação científica[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Mestrado e doutorado[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Pós-doutorado e pesquisa sênior[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Coordenação de projeto[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Direção de instituição ou laboratório[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]

Nota metodológica: Gênero é registrado de formas distintas em cada base e nem sempre é autodeclarado. Séries de fontes diferentes não devem ser somadas nem comparadas diretamente.

Raça e cor

Participação por raça/cor autodeclarada, preta, parda, branca, amarela e indígena, entre pessoas com vínculo de pesquisa financiado com recursos públicos.

Como se distribui a participação de pessoas negras na pesquisa?

Unidade
% de pessoas, sobre o total de vínculos de pesquisa com raça/cor declarada
Período
[CONTEÚDO A VALIDAR]
Território
Brasil, com desagregação por região
Fonte prevista
Censo da Educação Superior (INEP); Geocapes (CAPES); base de bolsistas do CNPq; PNAD Contínua (IBGE) para referência populacional
Raça e cor: participação e variação por categoria. Valores pendentes de validação.
CategoriaParticipaçãoVariação no período
Preta[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Parda[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Branca[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Amarela[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Indígena[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Não declarada[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]

Nota metodológica: A informação é autodeclarada e tem alto índice de não resposta em algumas bases. O percentual de não declarados deve ser publicado junto com o resultado, nunca redistribuído.

Povos indígenas e comunidades quilombolas

Pesquisadores indígenas e quilombolas com vínculo formal, projetos executados em territórios tradicionais e projetos com protocolo de consulta prévia registrado.

Que pesquisas são feitas por e com povos indígenas e comunidades quilombolas?

Unidade
Número de pessoas e número de projetos
Período
[CONTEÚDO A VALIDAR]
Território
Brasil, por bioma e por terra indígena ou território quilombola
Fonte prevista
Plataforma Lattes; base de bolsistas do CNPq; registros institucionais de projetos; Censo Demográfico (IBGE) para referência populacional
Povos indígenas e comunidades quilombolas: participação e variação por categoria. Valores pendentes de validação.
CategoriaParticipaçãoVariação no período
Pesquisadores indígenas com vínculo formal[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Pesquisadores quilombolas com vínculo formal[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Projetos executados em territórios tradicionais[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Projetos com protocolo de consulta registrado[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]

Nota metodológica: Publicação apenas de dados agregados. Nenhuma identificação de pessoa, comunidade ou localidade sem consulta prévia, livre e informada e sem autorização formal da comunidade.

Região e instituição

Distribuição de pessoas e projetos por região do país e por tipo de instituição executora, para mostrar concentração e vazios de capacidade instalada.

Onde e em que tipo de instituição a ciência brasileira é produzida?

Unidade
% de pessoas e % de projetos
Período
[CONTEÚDO A VALIDAR]
Território
Brasil, por região e unidade da federação
Fonte prevista
Censo da Educação Superior (INEP); Geocapes (CAPES); registros de execução de projetos; Diretório de Grupos de Pesquisa (CNPq)
Região e instituição: participação e variação por categoria. Valores pendentes de validação.
CategoriaParticipaçãoVariação no período
Norte[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Nordeste[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Centro-Oeste[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Sudeste[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Sul[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Universidades federais e estaduais[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Institutos federais[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Institutos de pesquisa e laboratórios nacionais[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]
Empresas e startups[CONTEÚDO A VALIDAR][CONTEÚDO A VALIDAR]

Nota metodológica: A região considerada é a da instituição executora, que nem sempre coincide com o território onde o resultado é aplicado.

A ciência é feita por gente

Imagens ilustrativas e histórias demonstrativas sobre quem produz e se beneficia da pesquisa no Brasil, em capitais e no interior. Não retratam pessoas nem projetos reais.

  • Pesquisadora negra jovem analisando amostras em laboratório de universidade pública brasileira.
    Laboratório de universidade públicaHistória demonstrativa: a primeira bolsa de pesquisa costuma ser também o primeiro salário de muita gente. É o que permite a uma estudante ficar na universidade, terminar o curso e seguir investigando problemas do seu próprio território.
  • Pesquisadora idosa de cabelos brancos, de jaleco, consultando anotações em laboratório de universidade pública.
    Décadas de dedicação à pesquisaHistória demonstrativa: a experiência de quem dedicou a vida à ciência forma novas gerações. Em muitos laboratórios, o conhecimento passa de mão em mão, da pesquisadora mais experiente para a estudante que está começando.
  • Professor idoso conversando com estudantes em sala de aula de escola pública em cidade pequena do interior.
    Escola pública em cidade do interiorHistória demonstrativa: quando um professor leva um experimento simples para a sala de aula, a feira de ciências deixa de ser evento raro. Em cidades pequenas, um projeto escolar bem apoiado pode mudar a forma como os estudantes enxergam o próprio futuro.
  • Pesquisadora indígena realizando trabalho de campo de monitoramento ambiental em território amazônico.
    Trabalho de campo em território amazônicoHistória demonstrativa: o monitoramento da qualidade da água e da floresta, feito com a participação das comunidades, protege tanto o território quanto quem vive dele. Ciência e saberes tradicionais trabalham melhor quando caminham juntos.
  • Profissional com deficiência usando cadeira de rodas trabalhando em estação de tecnologia em laboratório de inovação.
    Laboratório de tecnologia e inovaçãoHistória demonstrativa: tecnologia assistiva bem desenhada amplia autonomia no estudo e no trabalho. Quando a pesquisa inclui pessoas com deficiência desde o início, o resultado serve a mais gente.
  • Técnica de campo conversando com agricultor familiar em lavoura de pequena propriedade rural.
    Apoio técnico à agricultura familiarHistória demonstrativa: o conhecimento que sai do laboratório e chega ao campo ajuda a reduzir perdas, cuidar do solo e melhorar a renda de quem produz alimentos em pequenas propriedades.
  • Grupo diverso de estudantes universitários, incluindo mulheres, pessoas negras e jovens, estudando juntos em sala de estudos.
    Estudantes e bolsistas em universidade públicaHistória demonstrativa: estudar em grupo, com apoio de bolsa, é o que sustenta muitos jovens de famílias de baixa renda até a formatura. Cada pesquisador formado multiplica o conhecimento disponível para o país.
  • Estudante negro adolescente montando um pequeno robô com placa eletrônica em oficina de escola pública.
    Oficina de robótica em escola públicaHistória demonstrativa: o primeiro contato com eletrônica e programação pode virar profissão. Oficinas de ciência na escola abrem caminho para que mais jovens cheguem à universidade e à pesquisa.
  • Engenheira brasileira descendente de asiáticos testando modelo de turbina de energia eólica em oficina de instituto federal.
    Energia dos ventos em instituto federalHistória demonstrativa: a pesquisa em energia limpa prepara o país para um futuro com menos poluição. Nos institutos federais, estudantes de todas as origens aprendem fazendo.
  • Pesquisadora negra jovem coletando amostra de água em rio da Amazônia com equipamento de monitoramento.
    Monitoramento de água na AmazôniaHistória demonstrativa: medir a qualidade da água dos rios ajuda a proteger quem vive perto deles. A pesquisa em campo treina jovens do próprio território para acompanhar mudanças no clima e no meio ambiente.

As imagens desta galeria são ilustrações genéricas geradas por inteligência artificial e não retratam pessoas reais, projetos reais nem vínculo com o FNDCT. As histórias são demonstrativas, escritas para ilustrar como ciência, tecnologia e inovação podem promover bem-estar; não descrevem casos concretos. Retratos de pessoas identificáveis exigem consentimento documentado.

Estudante adolescente montando um pequeno robô com placa eletrônica em oficina de escola pública.

Chamada para as juventudes

Jovem, a ciência também é sua

O Brasil precisa de mais gente pesquisando, criando e ensinando. Existem bolsas, escolas técnicas, institutos federais, universidades públicas e olimpíadas de ciência esperando por você. O primeiro passo pode ser uma oficina de robótica, uma feira de ciências ou uma conversa com quem já pesquisa.

Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial. Não retrata pessoa real nem projeto vinculado ao FNDCT.

Hub de pesquisadores: como funcionaria

Ideia em avaliação para transformar o relatório em ponto de encontro entre quem produz pesquisa e quem a financia. Nesta versão é apenas uma descrição de fluxo: não há formulário ativo, envio de dados nem armazenamento de informação pessoal.

  1. Etapa 1 · Protótipo de tela

    Identificação por currículo público

    A pessoa indica o endereço do seu currículo Lattes. Só entram dados que já são públicos no próprio currículo, nada é digitado à mão nem coletado além disso.

  2. Etapa 2 · Planejado

    Validação institucional

    A instituição executora confirma o vínculo e o projeto. Sem essa confirmação, o registro não aparece no relatório público.

  3. Etapa 3 · Planejado

    Consentimento explícito de publicação

    A pessoa escolhe o que pode ser exibido: nome, área, instituição e projeto. Recortes de gênero, raça/cor e pertencimento são sempre opcionais e autodeclarados.

  4. Etapa 4 · Planejado

    Publicação agregada por padrão

    Os recortes de diversidade entram no relatório apenas de forma agregada, com supressão de células pequenas para impedir reidentificação.

Ver o protótipo de tela da vinculação Lattes em quatro etapas

Condições para sair do papel

  • Base de dados com autenticação, registro de consentimento e trilha de auditoria.
  • Validação institucional do vínculo antes de qualquer publicação.
  • Política de privacidade e base legal definidas sob a LGPD, com raça/cor e pertencimento tratados como dado sensível.
  • Supressão automática de células pequenas nos recortes agregados.

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